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O melhor do Mundo

06
Abr18

Férias da Páscoa com comédia, em Viseu

Decidimos tirar uns dias de férias em Abril, sem grandes planos, sem locais obrigatórios para visitar. 

Logo no início das férias, decidi fazer uma surpresa ao L. Infelizmente o ano não começou da melhor maneira e precisávamos de algo para descontrair. Mas, como o Karma não gosta muito de mim, a quinta-feira não correu nada como planeado. O plano era sair pouco depois da hora de almoço, para Viseu, mas aconteceu tudo um pouco: fiquei retida no trabalho até às cinco, depois uma consulta foi alterada para as 17:15 e acabou por ter um atraso de mais de meia hora. Tínhamos o carro na reserva mas pensámos que ainda chegaria às bombas. Guess what? Não chegou e perdemos mais meia hora entre ir buscar combustível a pé e depois ir às bombas para atestar o carro. O objetivo do passeio era ir ver um espetáculo de stand up, tínhamos 2 horas de viagem pela frente e, quando finalmente nos fizémos à estrada, faltava menos de 1H30 para o espetáculo. Chovia torrencialmente, um trânsito infernal e muitos pequenos ataques cardíacos pelo caminho.

Lá chegámos a Viseu, vivos mas com uma esperança de vida diminuída, em termos cardíacos, e conseguimos entrar na sala cerca de 10 minutos após o início (mil desculpas, não gosto de atrasos, mas por vezes a vida acontece entre o ponto A e o ponto B e não dá para controlar tudo).

E o que é que íamos ver, afinal? O grande Rui Sinel de Cordes. É um humorista controverso mas para mim é o melhor (português). Não tem filtros, não liga ao politicamente correto e, para mim, em comédia isso é tudo. Concordo que se pode brincar e rir de tudo. O riso é, aliás, uma forma de podermos enfrentar situações mais dificeis. 

Vimos o primeiro espetáculo dele ao vivo na tour Cordes, Out! e falei disso aqui

Esta London Eyes Tour não desiludiu nada. Cordes faz humor com tudo, com o cancro, com atentados, com a fome, com o sexo, com o amor, incluindo com a sua própria vida. Não tem limites e ainda bem porque entrar na limitação de expressão é entrar num campo perigoso, num caminho sem retorno. Muita gente não gosta deste tipo de humor e  RSC acaba por ser perseguido mas, para estas pessoas, é muito simples: não vejam, não ouçam. 

Não desiludiu nada, foi uma bela sessão de exercício muscular ao nível abdominal e facial, um belo momento de descontração e descompressão. 

Aguardamos a próxima tour.

No dia seguinte o plano era passear por Viseu, mas o tempo não ajudou. De manhã ainda tivemos umas pequenas abertas, mas essencialmente choveu o dia todo. Também havia greve, pelo que os museus estavam fechados. Deambulámos um pouco pela cidade, que é linda, ficando a promessa de regressar, um dia, com o tempo mais favorável.

 

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